segunda-feira, 18 de abril de 2011

« J.F.K. FOI ABATIDO... SEGUE-SE AGORA o RESTO do MUNDO ?! »


 JOHN  F.  KENNEDY
(1917 - 1963)



A liberdade é indivisível, e quando um homem é escravizado nós todos não somos livres
JFK







Vídeo Clip com o discurso que determinou o planeamento do seu assassínio:





O PLANO


Porque é que John Kennedy foi assassinado? Todo o mecanismo para a execução desse plano de uma assentada  está pronto e isso poderá ser feito dentro do curto prazo de uma hora, em todo o território dos EUA. Esse plano é conhecido pelo código de Ordem Executiva 11490.









A ordem para acionar este plano depende apenas da ocasião oportuna, quando o presidente americano declarar estado de emergência. Então, o total controle do governo entrará em vigor a qualquer momento em que houver aumento da tensão internacional, ou um colapso do sistema financeiro. Ocorrendo isso, dentro do espaço de uma hora, o governo assumirá imediatamente o controle de:

Todos os meios de comunicação; Todas as centrais elétricas; Todas as companhias de petróleo; Todos os stocks de alimentos; Todos os meios de transporte; Todos os setores de saúde, educação e previdência social; Todas as instituições financeiras, que poderão trocar todo o dinheiro existente; Todos os cidadãos, que serão convocados como servidores do governo e cidadãos do mundo; Todas as pessoas serão cadastradas imediatamente pelas agências de Correios.

Essas medidas de exceção, transformadas em lei pela caneta do presidente John Kennedy, assassinado em 1963, conferem ao presidente americano os poderes ilimitados de um ditador.

Discursando na Universidade de Columbia, em 1963, o presidente John Kennedy declarou em tom de denúncia:
“O alto posto de presidente tem sido usado para alimentar um plano para destruir a liberdade do EUA e, antes que eu deixe o cargo, tenho que colocar os cidadãos a par da situação”.
Oito dias depois dessa denúncia, o presidente John Kennedy foi obrigado a assinar a Ordem Executiva 11490. Dois dias depois de assinar aquilo, o presidente John Kennedy foi assassinado. Cinco anos mais tarde, quando disputava a eleição para a presidência dos EUA, seu irmão, Bob Kennedy, foi igualmente assassinado.

Qualquer semelhança parece mera coincidência. Ainda mais quando lembramos que em 1962, um ano antes do assassinato do presidente, a amante de Kennedy, a atriz Marilyn Monroe, morreu em condições sombrias, vitimada pela ingestão de calmantes. 
Além disso, em 1969, um ano após a assassinato do senador Bob Kennedy, seu irmão, o senador Edward Kennedy, que se preparava para concorrer à presidência foi vítima de um acidente de carro no qual morreu sua secretária particular. 
Tendo sobrevivido ao acidente, Ted Kennedy viu-se forçado a assumir a culpa por imperícia ao volante, o que resultou na sua desistência de concorrer às eleições presidenciais.

Após a morte do presidente Kennedy, a sua viúva Jackie, apavorada pela tragédia que se abateu sobre a sua vida, temendo pela sua segurança e da de seus filhos ainda pequenos, procurou refúgio junto ao armador grego Aristóteles Onassis, um dos homens mais ricos do mundo. Disposta a sobreviver à trama que havia tirado a vida de John Kennedy e Bob Kennedy, Jackie casou-se com o milionário e partiu para o exílio nas ilhas gregas até que o caso caísse no esquecimento.

O plano abrange ainda guerras arquitetadas a que os seus mentores chamam de períodos de transição. Para eles, guerras são os melhores instrumentos para mudanças rápidas e radicais nas condições sócio-econômicas pois criam novos começos. O grande exemplo disto, são os próprios  EUA que emergiram após a 2ª Guerra Mundial como a maior nação do Ocidente.

Segundo os especialistas, a terceira e última guerra mundial será deflagrada no Médio Oriente, um barril de pólvora pronto para explodir, constantemente sustentado pelos interesses das sociedades secretas e das suas subsidiárias compostas de homens poderosos e iluminados que vêm instigando o ódio entre árabes e judeus durante décadas e, agora, assumem uma posição pacifista francamente favoráveis aos direitos do povo palestiniano, com o objetivo de transformar Jerusalém na capital de um futuro Estado Palestino, medida que conta com o apoio do Vaticano.




O COLAPSO DA ECONOMIA MUNDIAL





”Se tudo acontecer de acordo com os planos, num futuro próximo, as atuais moedas serão destruídas pela inflação e pelo colapso do crédito que pode acontecer a qualquer momento. Os bens serão socializados e entregues à administração de funcionários públicos.”

 Um «salvador» subirá ao poder após um colapso do sistema monetário mundial. Temos que nos render ao grande ditador mundial que aparecerá em breve porque, depois de cada colapso económico nas nações sempre se levanta um ditador. 

Hitler é um exemplo; Mao tse Tung, outro. Agora, o sistema financeiro global está em falência, e um super ditador há de levantar-se a qualquer momento.

Devemos sujeitar-nos a ele; e o seu aparecimento será em breve. Texe Marrs, um cristão da Universidade de Texas, afirmou que “os senhores do dinheiro declararam que o sonho de dominar o mundo só será possível se houver uma crise financeira total, um colapso financeiro”.

A prioridade da “Ordem” é acabar com todos os pequenos bancos, submetendo-os ao domínio de um super banco central. Para que isso se torne viável, “A Ordem” terá de “quebrar” todos os pequenos bancos. 

E é exatamente isso o que vem acontecendo no mundo: banco após banco estão a falir. E isso não é acidental; é o plano em ação.

Em 1991, nos EUA,  45 bancos fecharam em apenas uma semana. E alguns pelo mundo. Dentro em breve, o mundo verá a maior crise económica da história. Em pouco tempo, todo o dinheiro será recolhido e uma nova moeda forte entrará em circulação.

Esses homens, líderes dessas sociedades secretas, planeiam fazer com que o sistema financeiro mundial entre em colapso deliberadamente. No caos provocado por esse colapso, todo dinheiro existente no mundo se tornará obsoleto. Assim, todo o dinheiro circulante será substituído por uma nova modalidade de moeda eletrónica, controlada por um super banco mundial.

O banqueiro David Rockefeller declarou: “Esse híper banco mundial será a salvação financeira da humanidade.”O plano é criar um novo sistema monetário, destruindo o atual sistema através de uma “queda” provocada.

Um artigo da revista The Economist, uma das mais conceituadas publicações da área financeira de Inglaterra, dizia: “há em circulação uma moeda com o desenho do pássaro Fénix.” A matéria dessa revista afirmava ainda que, a única solução para a crise financeira mundial, será a nova moeda que poderá se chamada de “O Fénix”.

Outra, cita o poderoso banqueiro David Rockefeller: “Estamos no limiar de uma transformação global. Tudo o que precisamos é de uma crise mundial no momento certo, e as nações aceitarão a Nova Ordem Mundial”.

Um dos livros do movimento afirma que: “O plano da Ordem esmagará a América economicamente com uma depressão tão grande, que fará com que a de 1929 não seja nada!”. O pânico financeiro fará com que as elites da “Ordem” criem uma nova moeda mundial.  

Eles já planearam o cataclismo financeiro, o caos deliberado de Adam Weishaupt, no qual as pessoas clamarão por um salvador.

Um repórter do Texas descobriu o plano e começou a revelá-lo através de seu programa de rádio. Logo começou a receber ameaças, até que um dia a direção da rádio suspendeu o seu programa. O repórter sofreu atentados e  vive  escondendo-se para não ser morto.

Logo depois, a estação de rádio foi comprada por uma empresa que pertencia a … quem?  A David Rockefeller...  o poderoso banqueiro que comanda a Nova Ordem Mundial !
  


NB: Este texto é uma adaptação de um trabalho realizado no ano de 2008.












Vídeo: YouTube
Fotos: Google
Adaptado do Blog do Corvo


sexta-feira, 1 de abril de 2011

« LE PETIT PRINCE (...) de SAINT- EXUPÉRY »



Foto de  Saint-Exupéry  aos comandos do seu avião


Pulseira  do aviador  Saint-Exupéry 
recuperada anos após a sua morte no combate aéreo



 Antoine de Saint-Exupéry 

Antoine de Saint-Exupéry foi um famoso escritor francês que nasceu a 29 de Junho de 1900, em Lyon. Já em pequeno sentia uma grande vocação para a aventura. A sua maior ambição era ser oficial da marinha, mas como reprovou no exame de admissão, optou pela aviação e tornou-se piloto aos 27 anos.

Devido a problemas financeiros da companhia de aviação tornou-se jornalista e viajou por todo o mundo. Quando começou a 2ª Guerra Mundial, alistou-se no exército francês, mas teve que abandonar o seu país natal e refugiar-se nos EUA, onde se alistou como voluntário para a Força Aérea Americana. 

Foi aí que começou a sua carreira de escritor. Participou em várias missões sobre o território francês, mas, a 31 de Junho de 1944, o seu avião foi abatido sobre a Ilha de Córsega, por pilotos alemães, tendo falecido. 

As principais obras de Saint-Exupéry são: “ Carta a um Refém” (1943), “Correio do Sul” (1929), “Voo da Noite” (1931) “Terra dos Homens” (1939), “Piloto de Guerra” (1942) e “O Principezinho” (1943). Escreveu também artigos para várias revistas e jornais de França e outros países sobre a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França, entre muitos outros assuntos.


Vídeo-clip p/ acompanhar o texto ao som da música





O Principezinho 

Publicado em 1943, em plena segunda guerra mundial, O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry, fala-nos, através dos olhos de uma criança que não quer crescer, do mundo complicado em que vivem os adultos.

É um dos mais belos livros do mundo. Escrito com a forma de um conto infantil, é principalmente um livro para adultos que chama a atenção para coisas que parecem insignificantes, mas que são muito importantes.

Conta-nos a história de um menino que vivia num asteróide, um planeta pequenino, com os seus vulcões em miniatura e a sua linda rosa vermelha. Usava um longo cachecol a flutuar ao vento.

Um dia, resolveu fugir do seu pequeno planeta para se afastar de uma rosa, de quem gostava muito e por quem fazia tudo para manter viva, mas que, apesar disso, o tratava mal com os seus caprichos. Até chegar à Terra, onde encontrou um grande amigo que depois contou a história desse menino, passa por seis planetas, onde conhece algumas personagens que o ajudam a conhecer o verdadeiro significado e valor da amizade.

Neste livro, cheio de desenhos maravilhosos, o autor mostra-nos a importância da amizade e faz-nos pensar como precisamos uns dos outros. 

É um livro que aconselho a todos, jovens e adultos, até porque todos já foram crianças... mas alguns já se esqueceram!

{Excerto de uma das mais belas partes da obra}




Foi então que apareceu a raposa.

- Olá, bom dia! - disse a raposa.
- Olá, bom dia! - respondeu delicadamente o principezinho que se voltou mas não viu ninguém.
- Estou aqui - disse a voz - debaixo da macieira.
- Quem és tu? - perguntou o principezinho. - És bem bonita...
- Sou uma raposa - disse a raposa.

(...)

- Anda brincar comigo - pediu-lhe o principezinho. - Estou triste...
- Não posso ir brincar contigo - disse a raposa. - Não estou presa...

(...)

- O que é que "estar preso" quer dizer - disse o principezinho?
- É a única coisa que toda a gente se esqueceu - disse a raposa. - Quer dizer que se está ligado a alguém, que se criaram laços com alguém.
- Laços?
- Sim, laços - disse a raposa. - Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo...

(...)

- Mas a raposa voltou a insistir na sua ideia:- Tenho uma vida terrivelmente monótona. Eu, caço galinhas e os homens, caçam-me a mim. As galinhas são todas iguais umas às outras e os homens são todos iguais uns aos outros. Por isso, às vezes, aborreço-me um bocado. Mas, se tu me prenderes a ti, a minha vida fica cheia de sol. Fico a conhecer uns passos diferentes de todos os outros passos. Os outros passos fazem-me fugir para debaixo da terra. Os teus hão-de chamar-me para fora da toca, como uma música. E depois, olha! Estás a ver, ali adiante, aqueles campos de trigo? Eu não como pão e, por isso, o trigo não me serve de nada. Os campos de trigo não me fazem lembrar de nada. E é uma triste coisa! Mas os teus cabelos são da cor do ouro. Então, quando eu estiver presa a ti, vai ser maravilhoso! Como o trigo é dourado, há-de fazer-me lembrar de ti. E hei-de gostar do barulho do vento a bater no trigo...A raposa calou-se e ficou a olhar durante muito tempo para o principezinho.

- Por favor...Prende-me a ti! - acabou finalmente por dizer.

(...)

- E o que é que é preciso fazer? - perguntou o principezinho.
- É preciso ter muita paciência. Primeiro, sentas-te um bocadinho afastado de mim, assim, em cima da relva. Eu olho para ti pelo canto do olho e tu não me dizes nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas todos os dias te podes sentar um bocadinho mais perto...O principezinho voltou no dia seguinte.

(...)

Foi assim que o principezinho prendeu a raposa. E quando chegou a hora da despedida:
- Ai! - exclamou a raposa - ai que me vou pôr a chorar...
- A culpa é tua - disse o principezinho.
- Eu bem não queria que te acontecesse mal nenhum, mas tu quiseste que eu te prendesse a mim...
- Pois quis - disse a raposa.
- Mas agora vais-te pôr a chorar! - disse o principezinho.
- Pois vou - disse a raposa.
- Então não ganhaste nada com isso!
- Ai isso é que ganhei! - disse a raposa.
- Por causa da cor do trigo...

(...)

E então voltou para o pé da raposa e disse:
- Adeus...
- Adeus - disse a raposa.
- Vou-te contar o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos...
- O essencial é invisível para os olhos - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... - repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Os homens já se esqueceram desta verdade - disse a raposa. - Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que cativaste. Tu és responsável pela tua rosa...






(O Principezinho - Antoine de Saint-Exupéry)

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