terça-feira, 25 de maio de 2010

« OS HERDEIROS de BEAU GESTE... »



Código de Honra

A mística dos boinas verdes que nada temem
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Legionários em parada
Símbolo da Legião
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« CÓDIGO de HONRA de LEGIONÁRIO »
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Artigo 1
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Legionário, tu és um voluntário servindo a França com honra e lealdade.

.Artigo 2
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Cada legionário é o teu irmão de arma seja qual for a sua nacionalidade, a sua raça, a sua religião. Tu manifestarás sempre a estreita solidariedade que une os membros de uma mesma família.
.Artigo 3
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Respeitador das tradições, fiel aos teus chefes, a disciplina e camaradagem são a tua força, o valor e a lealdade.... tuas virtudes.

.Artigo 4
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Fiel do seu estado de legionário, tu o mostrarás na tua farda sempre elegante, teu comportamento sempre digno mas modesto, teu aquartelamento sempre limpo.

Artigo 5
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Soldado de elite, tu treinas com rigor, cuida da tua arma como teu bem mais valioso, cuida permanentemente da tua forma física.
.Artigo 6
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A missão é sagrada. Tu a executas até o fim, no respeito das leis, dos costumes da guerra, das convenções internacionais e se for necessário, ao perigo da tua vida.

Artigo 7
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No combate, tu ages sem paixão e sem ódio, tu respeitas os inimigos vencidos, nunca abandonas nem os teus mortos, nem os teus feridos, nem as tuas armas.
»+«
. No Século XIX, quem gostava de emoções fortes e de uma boa briga, tinha um endereço certo:
« A LEGIÃO ESTRANGEIRA »..
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Criada em 1831 pelo Rei Luís filipe, era uma formação do Exército francês. A sua Missão: proteger os interesses do Império Colonial de França.
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Os voluntários vinham de todas as partes do mundo. Ao inscrever-se podiam manter em segredo o seu nome e nacionalidade.
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Devido a isso, boa parte dos legionários era composta de aventureiros que eram pagos para lutar. Uns lutavam para viver; outros, para fugir do seu passado!
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Qualquer que fosse o motivo, entre eles havia uma fraternidade sem limites. Assim que entravam para a Legião, o passado de cada um era esquecido. Recebiam salário e serviam por cinco anos.
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Esse período podia ser renovado e então o legionário subia de posto. Após dez anos passava a Sargento e depois a Oficial.
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Poucos, entretanto chegaram ao oficialato. O seu lema era «HONRA e FIDELIDADE» e usavam quepes brancos (bonés) e dragonas de cores verdes e vermelhas.
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A Legião tinha Regimentos de Infantaria, Cavalaria e depois passou a ter também pára-quedistas e marines [fusileiros especiais].
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Em 1843 começou a ser construído o seu Quartel-General na Argélia, num vale deserto ao Sul do Orão.
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Em dez anos, esse posto militar tornou-se numa cidade fortificada, que preparava os recrutas para as lutas nos diferentes pontos do Império Colonial Francês.
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Entre outras lutas, a Legião participou na " Guerra da Criméia (1855) ", da " Campanha da Itália (1859)" e da Independência do México.
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Em 30 de Abril de 1863, três oficiais e 62 legionários resistiram contra 2.000 soldados mexicanos numa fazenda chamada «Camerone».
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Um a um,... cada legionário tombou morto. A partir de então, «FAIRE CAMERONE» passou a significar « resistir até ao fim », na gíria dos legionários.
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No dia 30 de Abril de 1967, a bandeira tricolor foi hasteada pela última vez e a Legião Estrangeira deixou definitivamente o Saara, encerrando um apaixonante capítulo do livro da aventura... real!
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Mas a sua actuação continua a verificar-se noutros pontos do globo e em momentos críticos da conjuntura internacional, como em 1978, durante a invasão do Shaba,... no Zaire de Mobotu,... apoiado pela França.
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Certo dia, em Goma , no Zaire, corria o mês de Julho de 1994, o tenente português Artur da Silva Santos, de 22 anos, mas já um Veterano da Legião, viu um pequeno braço mexer-se numa pilha de cadáveres. Ordenando aos 'bulldozers' que parassem com o desagradável trabalho e procurando conter os vómitos enquanto trepava pelos corpos em decomposição, conseguiu retirar um pequeno indígena de seis anos daquela confusão, prometendo a si próprio:
«Este não há-de morrer.»
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Colocou então o corpo delgado e macerado da criança no seu 'jeep', levando-o para um hospital militar.
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Durante várias semanas, foi sabendo das melhoras do pequeno, e quando este deixou o hospital, levou-o a dar divertidos passeios de' jeep'. Santos e a sua mulher teriam adoptado a criança de bom grado, mas uma agência de apoio acabou por localizar a família do rapaz. Tempos depois, o pai do pequeno enviava os seus mais profundos agradecimentos ao «Soldado branco».
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Este exemplo de solidariedade foi uma centelha dos muitos actos do teatro de guerra no Inferno do Ruanda, onde os Legionários distribuíram alimentos e medicamentos, desarmaram os Hutus (étnia da criança supracitada) e os Tutsis, que tentavam matar-se uns aos outros, e abriram um corredor de 300 Kms., para que os refugiados conseguissem sair do país em segurança, e tiveram ainda a terrível tarefa de sepultar os mortos em valas comuns.
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Falar da Legião é uma tarefa apaixonante, digna de ombrear com a Princesa das «Mil e uma Noites»!... tanta coisa para contar, mas: pena que os posts longos sejam ignorados por falta de paciência! (...)
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Com a tradição centenária de disciplina de ferro e dedicação, esta instituição é uma mistura única de mais de nove mil militares profissionais, de cerca de 120 países, tendo passado a desempenhar um papel de guardiã da Paz Internacional.
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Contudo, fá-lo com a sua lendária dureza e " élan "! Os seus soldados têm-lhe uma dedicação fanática!... a Legião é, para eles, simultaneamente Casa e Família.
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A sua divisa é "LEGIO PATRIA NOSTRA" - (A nossa Pátria é a Legião), e esta dedicação cria um laço quase sobrenatural entre eles e o Corpo Militar !
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Se juntarmos a este espírito de corpo, a sua tão especial constituição multinacional, verificamos tratar-se de uma das unidades de combate mais adequadas à tarefa internacional de manutenção da Paz! (...)
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Aviso de prudência:
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A certas "interpretações" políticas, dá-lhes "jeito" - mas de longe -, chamarem-lhes MERCENÁRIOS !
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O 'logo' que ostentam nas boinas verdes, uma asa de águia que segura um gládio, é provocatoriamente tido como... emblema de 'mercenários'!
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É vil tal insinuação!... para quem tem nas veias,... mais do que ninguém,... a divisa da:
- Liberdade, Igualdade e Fraternidade!
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Experimente-se - para ver o que lhe acontece -, chamar isto ao mais ' maçarico' [iniciado] dos seus recrutas...!
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Vão ver [no físico] como "toca bem" a "Banda de Música da Legião", a Marcha da MARSELHESA!
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Amanhã... num futuro bem próximo... quando tudo parecer estar perdido, os legionários, para além da supracitada máxima "A Nossa Pátria é a Legião", talvez digam assim:
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A Minha Pátria é o Mundo Livre!
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E podemos contar com eles!
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Imagens seleccionadas na net
Texto do autor do blog

sexta-feira, 21 de maio de 2010

« (...) SUBSÍDIO ANTIGO... PARA CRISES... »


Marco Túlio Cícero
Estadista, Orador
e
Filósofo romano
(106 A.C. - 43 A.C.)



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Marco Túlio Cícero no Senado romano
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... O Orador ...


= x =

.Todas as sociedades e civilizações já passaram por muitos momentos de crise económica.
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Portugal, e olhando bem... a Europa, atravessa momentos de severa crise financeira e económica, provocada por causas que todos conhecemos [ou não].
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As civilizações antigas superaram esses momentos críticos; e Portugal... que já trilhou tantas vezes estes caminhos de penúria,... saberá sair desta crise que compromete o presente e o futuro do País?!
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No ano 55 A. C., Marco Túlio Cícero deixou para a posteridade palavras sensatas que parece nada adiantar no que concerne aos benefícios que se deveriam extrair da História:
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«O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos [estrangeiros] devem ser reduzidos, se a Nação não quiser is à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.»
Marcus Tullius, Roma 55 a.c.

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Sei que há-de aparecer alguém a dizer, que está toda a gente farta de saber este discurso do tal Estadista romano, e que gastei tinta e Latim para o boneco!
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OK! Então... alguém que explique porque é que toda a vida temos de ser os coitadinhos por tradição - mais uma tradição? -, e justifique a razão porque tantas vezes repetente, Portugal e os portugueses têm de ser os maus alunos de sempre...!
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Nunca mais se aprende? E os puxões de orelhas são sempre aplicados aos mesmos?
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Nos futebóis,... quando o treinador não presta, é... mandado embora!
Neste espaço [país] de "quatro linhas "... nunca se mostra lenços brancos a ninguém?
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Percebe-se: só temos direito à bandeira negra da fome (...)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

« (...) PRINCÍPIOS,... QUE "JUSTIFICAM" OS FINS...! »

O antigo e sábio método do... "não me comprometam..."
A campanha eleitoral será assim... mais mediática e demagógica


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O voto é a arma do povo, para nossa protecção... e baluarte do nosso bem estar...
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As "alianças" que unem o que Deus nunca quis unir!

Dando largas a uma ambição tão infrene como mal avaliada, o Presidente da República, de uma assentada, deu cabo da sua fama de “homem de princípios” e de uma boa parte do seu eleitorado.

Católico, inimigo, ao que se julgava, dos novos conceitos de “família”, pisou a sua própria dignidade e a daqueles que nele acreditavam enquanto defensor e garante de tais princípios.

Aqui há uns anos, S.M. o Rei dos Belgas, posto perante semelhante caso, abdicou por um dia, a fim de se não corresponsabilizar numa decisão que ofendia gravemente a sua postura moral.

A única atitude de semelhante altura que o Professor Cavaco Silva podia tomar seria a de vetar a lei do “casamento” dos chamados homossexuais.

Era sabido que a maioria de esquerda no Parlamento a faria passar. Mas o Presidente podia continuar a olhar para o espelho e a gostar do que via, assim como aqueles que comungam de convicções semelhantes, religiosas ou meramente civis, veriam nele alguém de recta coluna vertebral.

Ainda por cima, para agradar a gregos e a troianos, o Presidente veio reafirmar as suas opiniões sobre o assunto, para depois se borrifar neles… por causa da crise!

O que terá a crise a ver com tais “casamentos” é coisa que não passa para o lado de fora do presidencial bestunto.

Ou então, é coisa que o presidencial bestunto sabe tão bem como nós, mas que, almejando uns votos mais, meteu na gaveta.

É feio. Muito feio.

Cavaco Silva, com isto, não vai buscar nem mais um voto à esquerda e perde uma data deles à direita e ao centro.

É de pensar que, no presidencial raciocínio, deve ter vingado a ideia de que essa gente, se não votar nele, não tem em quem votar.

Como o futuro o dirá, engana-se. E é bem feito!

19.5.10

Autor: António Borges de Carvalho

Fotos: Seleccionadas na Internet

terça-feira, 18 de maio de 2010

« (...) VOZES e OPINIÃO de... OUTREM ... »

Aprovado pelo P. R.
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Em nome do... Vota em Mim...
Urna onde se enterra o país

«Começa a ser um argumento recorrente no debate político em Portugal, quando alguém não consegue impor a sua opinião por ser socialmente ou parlamentarmente minoritária invoca a crise económica insinuando que os outros estão mais preocupados com coisas menores.
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É um argumento facilmente aceite por pessoas com menos cultura, mas inaceitável em políticos com responsabilidades e inadmissível num Presidente da República (nota da PR).
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De entre os argumentos populistas este roça o nível do "rasca".

Seguindo esta lógica do pensamento cavaquiano teríamos de concluir que os três dias que o Presidente da República dedicou a missas e procissões com o Papa Bento XVI são justificados porque graças aos seus vastos conhecimentos de política económica Cavaco Silva apostou em missas e rezinhas para ajudar o país, cumprindo assim a mais importante promessa eleitoral que fez nas presidenciais.

Compreende-se, portanto, que na despedida do Papa, na cidade do Porto, lhe tenha pedido que pensasse no nosso país durante as suas orações. Basta consultar a sua agenda para se saber que a agenda presidencial dos dias 11, 12 e 13 foram integralmente dedicados ao Papa.

.Enfim, que seja o que Deus quiser...

Um segundo argumento usado ontem por Cavaco Silva, para justificar a promulgação do diploma em vez de o devolver ao parlamento, foi o da “ética da responsabilidade” . Argumento estranho pois nem as empresas de rating estão preocupadas com o casamento gay, nem um segundo debate sobre o tema conduziria a uma guerra civil ou a uma clivagem que inviabilizasse a solução dos problemas económicos e muito menos a interromper um debate sobre a crise.

Neste caso há uma grande coincidência entre aquilo a que Cavaco designa pela “ética da responsabilidade” e os seus objectivos eleitorais, os portugueses não ficariam mais divididos do que estão, os homossexuais é que não votariam em Cavaco Silva nas próximas presidenciais.

Desde que Sócrates perdeu a maioria absoluta que Cavaco dá uma grande importância ao parlamento, não se compreendendo porque razão ele acha que os temas que dividem os portugueses não devem ser voltar ao parlamento.

É precisamente porque há clivagens e divisões que existe um parlamento, se assim não fosse existiria uma “Assembleia Nacional” de má memória. É curioso como Cavaco Silva não devolve o diploma ao parlamento porque sabe que será aprovado, sofrendo uma derrota política e tendo que enfrentar o ódio dos homossexuais, mas quando esteve em causa o regime das uniões de facto Cavaco optou por uma solução contrária por saber que o tema só seria discutido depois das eleições, como ele próprio argumentou.

Isto é, o parlamento só é útil e o local adequado para os problemas serem discutidos se houver uma maioria favorável às opiniões de Cavaco Silva.

Um terceiro argumento usado por Cavaco Silva foi a necessidade de evitar clivagens na sociedade portuguesa. Não se entende este argumento quando é o próprio Cavaco Silva que não devolve o diploma ao parlamento porque seria de novo aprovado, isto é, ficamos sem perceber muito bem se para Cavaco as clivagens se medem pelas conversas de café, pelas sondagens ou pela representação parlamentar.

Mas se lermos a nota emitida quando o diploma das uniões de facto foi vetado a palavra mais usada foi debate aprofundado. Ora, tanto quanto sabemos a situação económica não seria muito melhor, poderia ser para um leigo mas não para um professor de economia.

Não está em causa o casamento gay ou as convicções de Cavaco Silva, o que está em causa é a necessidade de o debate político dever ser feito com melhores argumentos e com coerência.

Não se pode num dia questionar o aeroporto de Lisboa por causa da sua localização e uns tempos depois defender-se a sua não construção.

De um Presidente da Repúblicas esperam-se convicções e posições de princípios e não decisões em função de conjunturas políticas, económicas ou eleitorias.

O interesse do país está acima de todos, incluindo Cavaco Silva.»




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domingo, 9 de maio de 2010

« A FAMÍLIA (...) É O NOSSO CASTELO...! »






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A família é por natureza um bastião, um castelo, um lugar seguro, um ninho de intimidade e cumplicidade.Os filhos são o nosso maior tesouro. Antes de os deixarmos sair, queremos saber com quem vão e o que vão fazer: gostamos de saber que livros andam a ler ou que filmes vão ver e, muitas vezes, impedimos que vejam um certo filme ou leiam determinado livro.
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Ou que andem com um certo género de companhias. Fazemos bem. Defendemos os nossos. E sabemos perfeitamente, pelo que vamos observando, que há descuidos que saem caros.
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Em casa, fechamos as portas e perguntamos quem é antes de abrirmos. Preservamos a nossa intimidade. Parece-nos que a nossa família tem uma identidade própria, que há nela qualquer coisa que não se deve sujar com o lixo que anda por aí.
E anda por aí muito lixo.
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Erguemos paredes não apenas para que o vento não entre em nossa casa. Por que é que, então, deixamos entrar no nosso lar, no castelo, através da pequena janela da televisão, pessoas a quem não abriríamos a porta se nos tocassem à campainha; e ambientes, ou lugares, aonde nunca nos deslocaríamos, muito menos na companhia dos nossos filhos?
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Abrimos a torneira quando precisamos de água e ligamos o aquecedor quando temos frio, mas a televisão lá em casa está sempre a funcionar. Coisa que nos resolve imensos problemas, dizemos.
É extremamente cómodo: os filhos sentam-se ali durante horas seguidas e não nos incomodam.

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A verdade é que depois acabam também por não ter lá muito boas notas na escola, ou por apresentar dificuldades no convívio com outras pessoas. Mesmo assim, continuamos com o esquema, pois permite que nos dediquemos sossegadamente às nossas tarefas...
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Mas quem foi que nos disse que a principal das nossas tarefas - aquela que devemos fazer com maior sossego - não consiste em estarmos com os nossos filhos? Os problemas que, mais cedo ou mais tarde, teremos de enfrentar em consequência dessa atitude comodista são, sem dúvida, maiores e mais profundos do que aqueles que a televisão nos resolve no imediato.

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Sentar crianças e jovens diante da televisão não é forma de os preparar para a vida. E se não tivermos preparado os nossos filhos para a vida, teremos fracassado.
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Pouco importa que tenhamos obtido êxito noutras áreas, porque somos pais e é isso que dá sentido à nossa existência.
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Porque é que, de uma vez por todas, não nos decidimos a tomar uma atitude enérgica perante este assunto?
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Temos duas soluções.
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Uma delas é passarmos a utilizar a televisão com o mesmo critério que usamos para utilizar os outros instrumentos da casa: quando precisamos deles.
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Assim, ligaremos a televisão apenas para ver este ou aquele programa determinado, após verificarmos a sua conveniência. Depois desligamo-la.
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A outra solução, mais radical, consiste em deixarmos de ter televisão em casa. É uma boa hipótese para aqueles que não gostam de fazer as coisas a meias, ou que têm dificuldade em seguir com rigor os critérios restritivos que resolveram seguir.
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É a única maneira conhecida de deixar de fumar! Juntam-se dois exemplos, para acabar com dois grandes hábitos perniciosos!
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Controlar a televisão, ou acabar com ela, seria talvez duro, ao princípio!
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Mas... depois... começariam a acontecer coisas deliciosas, tais como conseguir fazer coisas úteis que julgava nunca ter tempo para elas!
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Ler... por exemplo!

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E..., se puser esta acção em
prática,... rapidamente irá descobrir
uma vida nova (...)
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.Façam a experiência!