quarta-feira, 4 de maio de 2011

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 Pintura alusiva ao Poema The Road Not Taken

   ROBERT FROST
Agricultor e um dos grandes poetas da sua época
 [1874 - 1963]


Vídeo Clip do poema,  na voz do poeta...








The Road not Taken - Robert Frost


Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth.

Then took the other, as just as fair,
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that the passing there
Had worn them really about the same.

And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.

I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
Two roads diverged in a wood, and I--
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.



Tradução





Duas estradas divergiam  num bosque em setembro
E lamentando não poder seguir em ambas as vias

E sendo o único viajante, durante muito tempo me lembro

olhei para uma tão longe quanto eu conseguia

até onde ela dobrava na descida e sumia


Então peguei a outra, parecia boa e vasta

e fosse talvez a mais atraente

pois estava coberta de grama precisando ser gasta

embora aqueles que passaram na frente

tivessem gasto ambas quase igualmente


E ambas que aquela manhã igualmente fez

cobertas por folhas, pegada alguma a manchar

Oh, deixei a primeira para outra vez!

Mesmo sabendo como um caminho leva a caminhar

duvidei se iria algum dia voltar


Devo estar contando isso com a alma cortada

Em algum lugar, há uma distância de tempo imensa:

divergiam em um bosque duas estradas

e eu escolhi a menos viajada

e esta escolha fez toda a diferença.


Tradução: do Blogue "A matéria do Sonho"



6 comentários:

Swt disse...

Já dei aulas sobre esta temática!
Deve sempre escolher the road less travelled...

digital disse...

César,

Interiorizei o poema, a sua mensagem, e escolho, devemos escolher a estrada menos viajada.

Este teu post é de puro bom gosto!

Beijinho

Maria José Meireles disse...

M. Scott Peck, no livro "O Caminho Menos Percorrido", disse que o caminho mais fácil não só não conduz à verdadeira felicidade como nos leva a grandes problemas.
Abraço

Maria Ribeiro disse...

César:há sempre duas possibilidades, na vida; por isso, com a história do livre arbítrio, DEUS tramou-nos! Temos um conhecimento (relativo)do caminha a seguir...mas somos seres imperfeitos e quase sempre erramos!
Que saibas a estrada a seguir...
beijo da
LISA

Anónimo disse...

Olá :) sem "armadura de chico-espertismo" acho que a tradução poderia ser diferente, mais perto da letra do original
e no meu caso também sem OA, que neste caso pouco importa.

Duas estradas divergiam num bosque amarelo,
E lamento eu não poder viandar ambos
E ser um viajante, longamente me detive
E olhei por um abaixo tanto quanto eu podia
Até onde aquele se perdia no matagal.

Depois segui o outro, igualmente justo,
E tendo talvez melhor apelo,
Porque tinha erva e pedia uso;
Apesar de que nesse aspecto a passagem
Usara igualmente ambos.

E naquela manhã ambos igualmente acamavam
Folhas onde não pisara preto.
Oh, guardei o primeiro para outro dia!
Mesmo sabendo como um caminho leva a caminho,
Eu duvidei se algum dia (ali) regressaria.

Eu tenho de dizer isto com suspiro
Algures eras e eras então:
Duas estradas divergiam num bosque e eu -
Eu tomei a menos viandado *,
E isso fez toda a diferença.

*em consonância com o verbo usado na 1ª estrofe, viandar (pouco usado mas que existe), peregrinar, viajar, seguir, percorrer... viver
O caminho será a Vida (digo eu, mas deixo tradução mais livre para cada um). Acredito que bosque amarelo aluda a bosque outonal, todavia... livre


obg Cesar(",) desde logo pelo blog e depois, por tudo : )

Anónimo disse...

rviais@hotmail.com
(pensei que solicitasse e-mail)