quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

« RECORDANDO... GLENN MILLER »

 GLENN  MILLER
[músico]
 (1904 - 1944)




Imagem alegórica ao chamamento do combate ao nazismo

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VÍDEO CLIP: ORQUESTRA  de  GLENN  MILLER






 . 
Compositor e trombonista americano, uma das mais notáveis figuras  da música popular, devido à intensidade da sua reputação póstuma.



Nasceu em Clarinda, Iowa, EUA, em 1 de Março de 1904 ;
morreu no Mar, entre Londres e Paris, em 16 de Dezembro de 1944.





Após ter estudado na Universidade de Colorado, em 1926 Miller transformara-se num trombetista profissional na banda de Ben Pollack. Por volta de 1930, já era um reconhecido músico independente de Nova Iorque.

Mais tarde transformou-se num organizador de orquestras ligeira masculinas, sobretudo das dos irmãos Dorsey, iniciada em 1934, e de Ray Noble, organizada em 1935. 

Depois de ter tentado  infrutiferamente formar a sua própria orquestra  em 1937, acabou por o conseguir no ano seguinte e em finais de 1939 era já um famoso director de orquestra ligeira.

Ingressou no exército americano durante a 2.ª Guerra Mundial, tendo-lhe sido dado o posto de capitão, sendo promovido mais tarde a major e a director da banda da força aérea dos Estados Unidos na Europa.

Ao voar de Inglaterra para Paris, desapareceu; não tendo os corpos nem os destroços dos ocupantes do avião em que viajava sido avistados ou recuperados.

Os triunfos de Miller nos salões de dança basearam-se em orquestrações doces executados meticulosamente. O som do saxofone de Miller, imediatamente reconhecível e muito copiado, baseava-se em princípios musicais muito simples, como foram todos os seus grandes sucessos, incluindo a sua própria composição, «Moonlight Serenade» que nasceu de um exercício que tinha escrito para Joseph Schillinger.

Os seus dois filmes realizados em Hollywood, «Sun Valley Serenade», de 1941, e «Orchestra Wives», no ano seguinte, não deixaram de contribuir para aumentar a sua reputação, mas o factor mais importante para a continuação do seu reconhecimento foi a saída, em 1953, do filme biográfico, um pouco aligeirado «The Glenn Miller Story».

Alguns críticos afirmam que o contributo do jazz para a música da sua orquestra foi insignificante, mas outros consideram que o seu som representa o paradigma da música popular do seu tempo.

Após a sua morte, e devido à sua grande popularidade, a orquestra foi mantida durante algum tempo pelo saxofonista Tex Beneke, tendo sido criada uma banda, conhecida como a «Orquestra de Glenn Miller», que continuou a tocar a música do seu primeiro director até aos anos oitenta do século XX.




Foto de Glenn Miller autografada


Helen, a esposa, durante 10 anos esperou que Glenn voltasse, nunca acreditando que o marido havia sumido e sempre pôs a mesa, esperando-o para as refeições.

Quando Miller partiu para guerra chegava a ganhar 2 milhões de dólares por mês, fora o fabuloso cachet que recebia para aparecer em filmes como “Quero casar Contigo” (1941) e “Serenata Azul” (1942)

Miller  foi recusado pelas Forças Armadas devido à idade (38 anos) e ao seu problema de visão, mas de tanto insistir, acabou por ser aceite pelo Exército.

Queria alistar-se para combater o Nazismo.




O Major Glenn

4 comentários:

Teresa disse...

Absolutamente fantástico!
Completamente intemporal!
Bjs

Maria Ribeiro disse...

césar: quanto dançámos, nos nossos "bailes de garagem", ao som da sua música de génio!
BEIJO
LISA

Swt disse...

Grande maestro e grande música!

Luisa disse...

César,

Em anos idos, vi um filme, muito bom, sobre a vida de Glen.
A música é fantástica!

Beijinho